Animais

Boris fugiu de casa e andou mais de dois quilómetros para tomar banho em pet shop

Com um sorriso na cara, o rafeiro chegou ao grooming com ar de quem sabia bem o que queria. A tutora teve de ir apanhá-lo.
É muito travesso.

Ir ao banho e à tosquia é um pesadelo para muitos cães. Os patudos não gostam do cheio de outros animais, muito menos dos barulhos dos secadores e outros equipamentos que encontram. Boris, porém, não faz parte da maioria. O rafeiro adora ir à pet shop porque sabe que é lá que recebe mimos, fica cheiroso e por vezes até ganha um petisco ou outro. O problema é que os tutores nem sempre fazem as suas vontades. Mas isso já não é um problema.

Na passada semana, Milena Melo entrou em desespero quando não encontrou o patudo em casa. Até que, horas depois, a estudante de medicina recebeu uma mensagem de voz no Whatsapp da groomer do rafeiro. “Olá, o Boris está aqui. O Tiago foi levar outro cão e quando voltou, ele estava à porta a querer entrar na pet shop”, ouvia-se.

A família foi de imediato buscar Boris que andou mais de dois quilómetros até ao espaço que está habituado a frequentar no Estado do Paraná, Brasil. Quando lá chegou, viu que o cão tinha acabado por conseguir o que queria: ficar cheiroso. Numa fotografia partilhada por Milena, Boris é visto a “sorrir” com o pelo limpo, escovado e com uma gravata do Mickey Mouse.

Nos comentários, os utilizadores não deixaram de se divertir com a travessura do fugitivo. “Já que a minha mãe não me leva, eu vou sozinho”, brincou um. Já outra, acrescentou: “Tia, coloca na conta da minha mãe”.

@mimelo24 Se eu contar, ninguém acredita!!!! Kkkkkkk Ohhhhh cachorro esperto. Andou mais de 2km para chegar no pet e tomar seu banho semanal. #cachorro #cachorrosengraçados #viraltiktok #viralvideo #vaiprofycaramba ♬ Monkeys Spinning Monkeys – Kevin MacLeod & Kevin The Monkey

Quando chegou a casa, Milena gravou um novo vídeo da reação do companheiro de quatro patas que não parecia nada arrependido com a aventura. Pelo contrário. Neste, o rafeiro é visto com um sorriso de orelha a orelha. “Ele chega com o ‘sorrisão’ no rosto, como se nada tivesse acontecido”, escreveu a estudante.

Assim como Boris, Bailey também fugiu de casa e foi parar no abrigo que a resgatou. A cadela tocou à campainha várias vezes para tentar chamar a atenção das voluntárias que lá estavam. Assim que a viu, uma funcionária ligou o microfone e chamou por ela. Assim que ouviu o seu nome, não teve outra reação senão saltar para a câmara. “Sentimos que ela estava a dizer: ‘Olá, deixem-me entrar’”, disse à PiT na altura a fundadora do Animal Rescue League of El Paso, Loretta Hyde, de 67 anos.

Carregue na galeria para recordar a história de Bailey e de outros patudos que souberam para onde ir.

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