Bart trabalhava com o departamento do xerife do estado de Tennessee, nos Estados Unidos, onde ajudava os agentes a encontrar e deter suspeitos, e a detetar drogas. A 19 de setembro, o cão foi encontrado morto dentro da sua box, depois de o seu parceiro humano o deixar sem água durante um dia e meio durante uma vaga de calor.
Julian Wiser, o xerife daquele departamento, pronunciou-se sobre o caso num vídeo divulgado nas redes sociais na passada sexta-feira, 25 de setembro, referindo-se à morte do cão de dois anos como “prevenível”.
O agente avançou ter sido notificado quando o corpo do Pastor-Alemão foi encontrado, instruindo o supervisor da área para que fotografasse a cena. A autópsia veterinária determinou que o cão morreu devido ao calor, por desidratação.
A investigação revelou que o tutor de Bart tinha-se ausentado de casa durante 36 horas, deixando o patudo sem água quando as temperaturas rondavam os 38 graus. Ao descobrir isto, Wiser lançou duas investigações: uma interna e outra criminal. A atividade do polícia responsável pela morte do cão foi suspensa, e este acabou depois por se demitir.
O xerife avançou que as investigações estão ativamente a decorrer, e assegurou que os resultados serão divulgados assim que o processo esteja concluído.
Numa “nota pessoal”, o agente disse ter sido treinador de cães dentro da polícia estadunidense e supervisor de uma unidade cinotécnica. “Este é um incidente muito triste”, afirmou. “Nós dependemos dos cães para manter a nossa comunidade e os nossos agente seguros, mas os cães dependem de nós para cuidar deles”, acrescentou.
O The Guardian, que também noticiou o caso, citou um estudo de 2024 que explica que a insolação é a segunda causa mais comum de morte em cães-polícia nos EUA. Em primeiro lugar está a morte em trabalho, causada por tiroteios.
Carregue na galeria para conhecer Ninja, um cão polícia português, que se reformou no ano passado do seu trabalho na PSP.








