Animais

DogGO. Os passeios nunca mais serão os mesmos e eles não vão querer voltar a casa

Praias, parques, barragens... há de tudo que eles mais gostam. Ana Farate é a responsável pelo projeto que existe desde 2018.
Até pose fazem.

Às vezes pode ser difícil encontrar o sítio certo para deixar o seu cão quando vai de férias. Até pode haver um certo receio de que o patudo não aproveite como deve ser. No entanto, nos dias de hoje, há muitas opções de escolha para que o pet não se sinta ansioso durante a ausência dos tutores e que também aproveite os dias livres. E a DogGO é uma delas.

Fundada em 2018 por Ana Farate, de 32 anos, a DogGO trabalhava em part time com dog sitting. Ana é licenciada em Design e tem mestrado em História de Arte, mas o amor pelos patudos, em especial pela Labradora Cookie, a sua primeira cadela, falou mais alto e a responsável decidiu ampliar o negócio.

 “Queria passar mais tempo com a Cookie e decidi experimentar se seria possível fazer disto um projeto rentável a full time”, conta à PiT. E a verdade é que deu certo. Os patudos da DogGO podem optar pelos serviços de dog walker ou dog sitting, e no segundo, ficam na casa da própria Ana, que vive em Sintra e que se responsabiliza pelo transporte dos cães até a sua morada.

Uma das mais-valias do projeto são os passeios diários que Ana faz com os residentes de quatro patas em lugares onde “pode deixá-los serem cães”. Entre os escolhidos, estão a Praia de São Julião, Cascatas de Armés, Barragem do Rio da Mula, Quinta do Pisão, Parque Natural de Sintra-Cascais e Parque Florestal de Monsanto.

Os critérios de escolha variam mediante o número de cães (caso haja necessidade de deslocação de carro), as estações do ano e a movimentação dos lugares escolhidos. “Evito soltá-los em parques públicos ou praias com muitas pessoas”, explica. No Instagram, partilha sempre fotografias dos quatro patas lado a lado, a interagirem com a natureza. Juntos, estão sempre Cookie e Bernie, a cadela mais nova de Ana.

O conforto e a liberdade

A melhor parte de trabalhar com os cães? “Não trabalhar com pessoas”, brinca Ana Farate. O seu sonho de infância era “ser dona de uma quinta repleta de animais”. A DogGO não é tão diferente disso. A responsável anda com até 10 cães nas trelas, todos sempre bem comportados. E o que mais gosta (agora a sério) é “ver o quão felizes e à vontade conseguem estar fora de casa e ver as amizades que se formam entre eles”.

Os patudos são todos sujeitos a uma avaliação prévia, antes de serem aceites. Para isso é necessário que sejam sociáveis, tenham uma idade mínima de quatro meses, tenham o boletim de vacinas atualizado, desparasitação interna e externa em dia, os machos devem estar castrados e as fêmeas não podem estar em período do cio.

No momento, Ana está apenas com o serviço de dog sitting. O custo é de 20€ por dia por cão, sem alimentação e sem transporte incluído. Para estadias mais longas (um mês ou superior), a diária desce para 17.50€.

Para saber a disponibilidade da DogGO, basta enviar mensagem privada através do Instagram ou um e-mail para o endereço doggoportugal@nullgmail.com.

Já para conhecer alguns dos lugares a que os patudos vão, percorra a galeria.

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