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Gato preso em telhado 43 dias após terramoto na Colombia é resgatado

O animal ficou mais de um mês preso no telhado, enquanto era alimentado por uma residente. Foi salvo pelos bombeiros.

Em agosto, a Colombia enfrentou um sismo de magnitude 7,4 na escala de Richter, que resultou em mais de 200 vítimas mortais. Mais de um mês após o ocorrido, continuam a ocorrer salvamentos inesperados — foi o caso de um gato salvo por bombeiros na passada terça-feira, 22 de setembro, 43 dias após o terramoto.

O animal tinha ficado preso no telhado de um prédio no bairro de Guayacanes Cuba, e ali passou vários dias, avançou o Globo, citando a página de notícias local Pereira En Vivo. Durante a operação, um dos bombeiros explicou que o felino “não tinha como descer”.

Não foi esclarecido como é que o gato chegou ao telhado ou quem foi responsável por pedir ajuda. De acordo com o socorrista, que detalhou o salvamento num vídeo divulgado online pelo jornal, a operação implicou uma armadilha e, posteriormente, um drone para verificar se o gato tinha lá entrado antes de o resgate começar. “Com a ajuda do drone e de outros equipamentos, confirmamos que o gato estava na gaiola”, afirmou.

 
 
 
 
 
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Uma residente aparece no vídeo, agradecendo aos bombeiros pela intervenção, e explicando ter sido responsável por garantir alimento ao animal já desde antes do terramoto. Depois de se aperceber de que ficara preso no prédio, monitorizava a sua situação. “Eu estava muito preocupada porque o gatinho estava naquele prédio desde o terramoto“, afirmou.

O felino foi recuperado num bom estado de saúde, e entregue à cuidadora, que garantiu que continuaria a assegurar-se da sua alimentação. 

A partilha online gerou reações por parte dos seguidores, que deixaram comentários de agradecimento. “Belo trabalho, obrigada por resgatarem este bebé felino”, escreve uma pessoa. “Deus abençoe o vosso trabalho! E a senhora, que não se esqueceu daquele gatinho que alimentava todos os dias”, pode ler-se também.

Carregue na galeria para conhecer Quino, um Labrador que morreu este mês, depois de participar nas buscas no seguimento do terramoto na Venezuela em junho.

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