A valorização dos animais tem sido uma das particularidades do reinado da Rainha Consorte Camila, conhecida inclusivamente por ser patrona da organização Medical Detection Dogs, que treina cães para detetar doenças. Foi nesta qualidade que a monarca recebeu esta terça-feira, 12 de maio, dois patudos especiais em Clarence House, treinados para identificar alguns tipos de cancro.
Nas redes sociais, a página da família real juntou-se à fundação para partilhar o encontro numa das residências oficiais dos monarcas britânicos, em Westminster, Londres. O objetivo, adiantam, foi “celebrar o trabalho impressionante” desempenhado por estes animais.
O trabalho em causa vale aos animais o título de “Cães Biodetetadores”, que através do olfato conseguem identificar doenças como cancro, Parkinson, COVID-19, malária e outras infeções bacterianas.
Durante a receção, a rainha conheceu Floren e Jodie, dois Labradores treinados para detetar cancro. Floren, de 11 anos, identifica cancro da próstata através de amostras de urina; Jodie, de nove anos, é utilizado para deteção de cancro do intestino. A mulher de Carlos III pôde testemunhar ambos a trabalhar numa demonstração, durante a qual Jodie cheirou quatro amostras e identificou corretamente a que acusava a condição.
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O papel dos animais inspirou a criação de um “nariz eletrónico” que deteta cancro da próstata em estados iniciais. O responsável pelo dispositivo foi o físico quântico André Mershin que, escreve a Medical Detection Dogs, desenvolveu o protótipo com base na capacidade de deteção dos cães.
De seguida, carregue na galeria ver algumas imagens do encontro com a rainha Camila na residência da família real.








