Animais

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Serviço público de recolha de animais atinge limite em Oliveira do Hospital

A câmara refere que serão apenas aceites animais que estejam em risco e sem a possibilidade de proteção e cuidados por parte de qualquer munícipe.

O Centro de Recolha Oficial de Animais (CROA) e o Canil Municipal de Oliveira do Hospital atingiram a capacidade máxima de acolhimento e passaram a aceitar apenas animais em risco e sem possibilidade de proteção e cuidados, noticia esta quarta-feira, 11 de fevereiro, a agência Lusa. 

Devido à lotação do espaço, “e estando em risco o bem-estar dos animais alojados”, está suspenso o resgate de canídeos e felinos errantes, bem como a aceitação da entrega de animais pelos munícipes, revelou a autarquia.

Numa publicação nas redes sociais, o município informou que “serão apenas aceites animais que estejam em risco e sem a possibilidade de proteção e cuidados por parte de qualquer munícipe”.

“Infelizmente, a taxa de abandono é incomensuravelmente superior à taxa de adoção”, mas, “logo que estejam reunidas as condições, serão retomados os resgates”, acrescentou a Câmara de Oliveira do Hospital, no distrito de Coimbra.

Em declarações à agência Lusa, o vereador com o pelouro do Bem-Estar Animal e Serviços Veterinários, Bruno Miranda, adiantou que está prevista para este ano a ampliação do CROA, com a construção de 12 novos espaços.

A empreitada, orçada em cerca de 148 mil euros, e financiada pela autarquia e por uma candidatura ao Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, vai aumentar a capacidade de acolhimento para mais três dezenas de animais.

Percorra a galeria para recordar a mamã guerreira resgatada pelo IRA em Oliveira do Hospital que salvou os seus filhotes num buraco onde tudo à volta ardeu.

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