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Uma dor que não passa. Lewis Hamilton recorda Roscoe um ano após a morte

O piloto britânico assinalou o primeiro aniversário da morte do seu Bulldog com uma publicação emocionante.

Lewis Hamilton voltou a recordar Roscoe, o bulldog que o acompanhou durante mais de uma década, no primeiro aniversário da sua morte. O piloto britânico assinalou esta segunda-feira, 28 de setembro, um ano desde a partida do cão com uma publicação nas redes sociais, onde partilhou várias fotografias e vídeos de momentos vividos juntos.

“Já passou um ano desde a morte do Roscoe. Estar sem o meu melhor amigo tem sido difícil e não há um único dia que passe em que não deseje que ele estivesse comigo”, escreveu Hamilton.

Apesar da tristeza provocada pela ausência, o piloto diz que prefere também olhar para as memórias felizes que ficaram. “Penso nele e na Coco todos os dias e, por mais triste que esteja por já não os ter comigo, sinto-me muito grato pelo tempo que partilhei com eles e por os ter tido na minha vida”, acrescentou.

Roscoe e Coco, a outra bulldog de Hamilton, estiveram presentes, segundo o piloto, “em alguns dos momentos mais felizes” da sua vida. Ao rever agora as fotografias e vídeos, conta, consegue rir e sorrir enquanto recorda esses momentos.

Um cão que se tornou conhecido no mundo da Fórmula 1

Roscoe não era apenas o animal de companhia de Lewis Hamilton. Ao longo dos anos, tornou-se uma presença habitual no paddock da Fórmula 1 e uma figura conhecida pelos fãs do desporto.

Hamilton adotou-o em 2013 e Roscoe acompanhou-o em vários Grandes Prémios e eventos. Chegou mesmo a ter um passe oficial para circular no paddock e tornou-se uma presença frequente junto do piloto.

A popularidade do bulldog ultrapassou, entretanto, o universo da Fórmula 1. A conta de Instagram dedicada a Roscoe e Coco chegou a reunir mais de um milhão de seguidores, transformando o cão numa verdadeira personalidade das redes sociais.

Lewis Hamilton esteve ao lado de Roscoe até ao fim

Roscoe morreu a 28 de setembro de 2025, aos 12 anos, depois de ter desenvolvido uma pneumonia. A situação agravou-se rapidamente e o cão entrou em coma depois de sofrer uma paragem cardíaca durante o tratamento veterinário.

Nos dias anteriores à morte, Hamilton chegou a cancelar a participação num teste de pneus da Pirelli, em Mugello, Itália, para permanecer junto do cão.

Depois de quatro dias em suporte de vida, Hamilton teve de tomar a decisão de o deixar partir. Na altura, descreveu a despedida como uma das experiências mais dolorosas que já tinha vivido.

Um ano depois, a dor continua presente, mas a nova publicação mostra também uma tentativa de celebrar a vida que partilharam.

“Muitos de vocês passaram por isto e entraram em contacto comigo com amor e apoio. Significa muito para mim saber o quanto o Roscoe era amado”, escreveu. “Descansa em paz, meu amigo. Amo-te para sempre.”

Recorde-o, carregando na galeria de imagens que preparámos para si.

 

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