O nome de Bad Bunny tem sido mencionado com particular destaque desde este domingo, 8 de fevereiro, quando atuou no intervalo da Super Bowl. Entre polémicas e celebrações que o destacam, o cantor mantém um amor simples: o carinho pelos animais, em particular pela sua cadela Sansa, a quem até dedicou uma música.
O artista de 31 anos atuou durante o intervalo do evento desportivo anual dos Estados Unidos na América. Durante 13 minutos, o Levi Stadium foi palco de um “momento histórico para a música latina”, avança o Público. Perante 130 milhões de telespectadores, o latino Bad Bunny celebrou a sua herança cultural — uma escolha que gerou críticas do presidente Donald Trump e outros conservadores devido à oposição às políticas anti-imigração do atual governo.
Num dos momentos mais políticos da atuação, a voz por trás de temas como “Tití Me Perguntó” e “MONACO” decidiu reproduzir o discurso de agradecimento que fez nos Grammys , a 1 de fevereiro, — em que criticou o ICE, serviço de imigração nos EUA, e fez um discurso em inglês contra o racismo — num pequeno televisor enquanto um rapaz aparecia em cena. O cantor entregou-lhe o seu prémio de Melhor Álbum do Ano, explica a revista NiT.
Atrás dele, um painel luminoso exibia, em letras gigantes, “A única coisa mais poderosa do que o ódio é o amor”, uma resposta direta aos comentários negativos que recebeu antes de subir ao palco, muitos deles feitos pelo presidente do país, Donald Trump. Muitos momentos e elementos do concerto foram vistos como críticas à administração de Trump e às suas duras políticas anti-imigração.
E entre o amor, fica o amor pelos pets
Uma das composições mais célebres do rapper é a “Ojitos Lindos” e, apesar da temática, não foi o amor romântico a inspirá-la, mas sim o carinho pela cadela Sansa. Bad Bunny revelou ter sido a relação que tem com a sua Beagle a motivar a criação, explica a plataforma Canal do Pet.
A canção pertence ao álbum “Un Verano Sin Ti”, lançado em 2022, e o seu lançamento foi acompanhado por um videoclip onde Sansa contracena com o tutor. Na narrativa, o cantor vive encontros passageiros, e a cadela surge como a única presença constante.
Carregue na galeria para conhecer Sansa, a patuda de Bad Bunny.








