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“Brincar é no parque”. IRA abre provas em Lisboa e no Porto para novos integrantes

O núcleo de Intervenção e Resgate Animal recorreu às redes sociais para anunciar que serão realizadas novas provas físicas para interessados em integrar o grupo.

Exigência física, amor e coragem são os critérios definidos pelo IRA para integrar este núcleo. Os aspirantes ao papel estão a ser chamados para cumprir as provas necessárias nos próximos dias 28 de fevereiro, no Porto, e 1 de março, em Lisboa.

A nova leva de admissões começou por ser anunciada no passado dia 9 de fevereiro, com a descrição dos horários, locais e tipos de provas a completar pelos candidatos. Os momentos decorrerão no Quartel de Bombeiros Portuenses na cidade do norte, às 9 horas, e à mesma hora no Quartel de Bombeiros de Camarate, na capital.

As provas incluem salto em comprimento sem corrida de dois metros para os homens e 1,70 metros para as mulheres; 20 extensões de braços no solo para os homens e 15 para as mulheres, e abdominais durante 45 segundos, durante os quais os membros do sexo masculino devem completar 40 e do sexo feminino 35. Os candidatos devem ainda correr 1500 metros em 8 minutos caso sejam homens e 8 minutos e 35 segundos caso sejam mulheres, e cumprir um exercício final de coordenação e resistência.

 
 
 
 
 
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As provas não implicam inscrições prévias, pedindo-se apenas a quem quiser cumpri-las que se apresente “com roupa apta ao exercício físico, cartão de cidadão e carta de condução”. 

O IRA defende ainda a necessidade de uma boa condição física com a atuação em “cenários de emergência como incêndios, derrocadas ou cheias, que diz exigir “os melhores dos melhores”.

Numa segunda publicação deste domingo, 15 de fevereiro, a equipa volta a pronunciar-se sobre o recrutamento, salientando que a sua “capacidade de resposta e sucesso nas operações de resgate são o reflexo de uma imensa coordenação e investimento institucional”. Além disso, afirma apresentar-se como “uma entidade diferenciada, técnica, disciplinada e estrategicamente preparada para intervir em qualquer teatro de operações onde exista vida animal em risco”.

O processo de integração de novos elementos segue a forma de atuação do núcleo, que diz contar com “operacionais formados, treinados e avaliados”, investindo em “capacitação técnica, em meios logísticos, em protocolos de segurança e em liderança operacional”. 

Carregue na galeria para ver as imagens de Bello, um cão resgatado pela organização. 

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