Família

Já não chegava Inácia. Manuel Luís Goucha adota mais dois gatos Sphynx

O apresentador da TVI recorreu às redes sociais para partilhar a chegada de Tristão e Isolda.
Goucha tem uma grande paixão por animais.

Há sete meses, Manuel Luís Goucha disse à PiT que, “se houvesse um céu dos cães e dos gatos, era para lá que queria ir”. Mas, ao que parece, o apresentador da TVI já está a criar essa ideia de paraíso na Terra, e agora tem mais dois para lhe trazerem os “momentos de maior felicidade”.

Já tinha Inácia, uma gata da raça Sphynx, que é conhecida por não ter pelo, que chegou há sete anos. Agora decidiu levar mais dois felinos para lhe fazer companhia. Através de duas publicações no Instagram, Goucha, 68 anos, mostrou aos seus seguidores os novos membros da família: “Chegam hoje: Tristão e Isolda”.

Juntamente com o anúncio, partilhou uma fotografia do seu marido, Rui Oliveira, 67 anos, com quem se casou em 2018, a segurar nos dois gatos. O seu ar de apaixonado revelou que os dois gatos já o conquistaram.

Um amor que não tem fronteiras

No monte em Monforte, no Alentejo, já tem quatro cães. Já na casa de Fontanelas, em Sintra, cuida de outros cinco e da gata Inácia. Goucha leva a paixão pelos animais para qualquer lado, e sabe que é ao pé deles que se sente bem: “Os animais são companheiros de todos os dias e a eles devo muitos dos meus momentos de maior felicidade. Não me entendo sem eles, desde catraio, por tanto me darem, incondicionalmente, em fidelidade e afagos”, dizia há anos no seu blog.

O seu primeiro patudo foi Black, que o apresentador do programa da tarde da TVI “Goucha” reconhece ser “um nome pouco original dada a cor do pelo”. Mas lembra-se bem de quando tinha 17 anos e se fazia acompanhar pelo “extraordinário Setter Irlandês”: “A vaidade que eu tinha em passeá-lo nas ruas da baixa coimbrã! Era um companheiro. Foi inclusivamente ao casamento do meu irmão”, contou à PiT.

O canino mais recente foi Monty, um Jack Russel Terrier, oferecido por Rui Oliveira no Natal. Mas houve ainda quem lembrasse, nos comentários da publicação, a felina que mais sucesso fazia em casa: Faneca.

Goucha encontrou-a em 2014, à beira da estrada, e levou-a para casa, pois “por certo, não vingaria longe da mãe”. Fanecas não resistiu e acabou por morrer há dois anos: “Tentou-se tudo mas acabou por falecer”, confessou à PiT.

É no seu monte que enterra os animais. Durante anos, armazenou as cinzas dos patudos que cremava em Sintra, mas decidiu guardá-los no seu refúgio, junto às mesmas plantas arbustos de Callistemon, que florescem cheios de flores vermelhas.

O comunicador, no entanto, vais além dos limites físicos e já pensa num cenário divino: “Talvez haja um céu dos cães e gatos. Se houver é para lá que quero ir. Voltar a brincar com o Black e com todos os outros”.

Carregue na galeria e veja Manuel Luís Goucha e os seus animais.

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