Família

Pai de Susana Dias Ramos morreu há 3 anos, mas psicóloga diz que gato “ainda o chama”

A comentadora relembrou a morte do pai, que sofreu um AVC, através do seu gato: "São tão especiais".
O pai de Susana Dias Ramos ficou uma semana em coma, antes de morrer.

“A perda é nossa, mas não é só nossa. Também é deles”. Quando Cristiana Jesus, ex-concorrente da “Casa dos Segredos”, fez um desabafo sobre a partida da avó do seu companheiro, Cláudio Alegre, que morreu na passada terça-feira, 2 de maio, houve diversas pessoas a relacionarem-se com a mesma. Especialmente quem tem animais de estimação.

Cristiana partilhou um vídeo do cão da família, de olhos fixados no portão da casa, dizendo que ele fica “assim durante todo o dia, à espera de um regresso”: “Tanto que temos de aprender com eles”, acrescentou.

Dos diversos comentários de força ao casal, que se conheceu e apaixonou-se através da dança, houve um que saltou à vista, por se identificar muito bem com a situação.

A psicóloga e comentadora de reality shows Susana Dias Ramos, 43 anos, confessou que o gato do seu falecido pai ainda espera pelo seu regresso, mesmo já tendo passado três anos desde a sua morte: “Meu deus. São tão especiais. O gato do meu pai ainda o chama todas as noites”, escreveu.

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Susana Dias Ramos voltou ao ano de 2019, em que a morte do pai lhe trouxe uma das maiores angústias da sua vida: “No dia em que ele faleceu, na quinta-feira, estava mesmo zangada, não queria ir vê-lo, porque achava muito injusto o que ele me estava a fazer. Mas acabei por ir e ele faleceu às 19:00 horas. Despedi-me demais, fiquei tempo demais, a ver o que não devia”, disse à apresentadora Maria Botelho Moniz, em setembro do ano passado, no programa da TVI “Dois às 10”, citada pela revista “Selfie”.

O pai da comentadora de “O Triângulo” foi vítima de um AVC, e ficou uma semana em coma antes de partir. A sua morte provocou tal desgosto a Susana Dia Ramos, que a mesma pensou em colocar um termo à vida: “Faço uma estrada muito específica para ir para Braga, onde passam muitos camiões… Passou muito disparate pela cabeça, como seria fácil desviar o carro… Na minha cabeça, não era o Salvador [filho], era a minha mãe. Como é que a minha mãe vai lidar com outra perda desta dimensão? Até que me apercebo que não consigo sozinha”.

O regresso do “Big Brother”, em 2020, acabou por ser um ponto de viragem para a psicóloga, que nunca tomou qualquer antidepressivo para ajudar com as dores da mágoa, por ter um problema de saúde autoimune.

E não é apenas a morte humana a causar dor nos animais. Eles também sentem quando os seus companheiros de quatro patas partem cedo demais, como foi o caso de Trekkie, que mudou de comportamento quando Bart morreu, com 14 anos. O casal Ana Guiomar e Diogo Valsassina tiveram de ajudar o seu Bulldog Francês a ultrapassar o luto, enquanto eles próprios o faziam.

Carregue na galeria para ver algumas fotografias dos cães do casal.

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