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Rainha Camilla recebe cão de assistência médica em treino no Palácio de Buckingham

Freddy foi batizado pela rainha em 2024 e está a terminar o seu treino para ajudar pessoas com condições de saúde complexas.

A família real mantém o seu amor por cães. Desde que a rainha consorte Camilla e o rei Carlos III ocuparam o lugar de destaque no Palácio de Buckingham, não têm faltado momentos dedicados aos patudos e, este sábado, 14 de fevereiro, foi um Labrador a receber a atenção. O patudo visitou a residência oficial da família real na qualidade de cão de assistência médica.

O animal, apresentado na publicação no Instagram como “um visitante muito especial”, pode ser visto a receber biscoitos e festas de Camilla, a ser passeado pelo espaço exterior do edifício, e a descansar em frente à lareira. 

Na página oficial da família real é explicado que o patudo se chama Freddy, nome que lhe foi dado pela rainha em 2024, e está a ser treinado para se tornar num cão de alerta médico. Camilla é patrona da Medical Detection Dogs, uma organização que treina cães para apoiar quem lida com condições de saúde complexas, desde 2014.

No palácio, Freddy “mostrou a sua etiqueta real e treino de acesso a espaços públicos durante a reunião com a rainha”, servindo como embaixador para a capacidade que os cães têm de “usar o seu incrível olfato” para “identificar mudanças de odor diminutas emitidas antes de uma emergência e alertar a pessoa para tomar ações preventivas”.

 
 
 
 
 
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O amor pelos patudos

A mais recente integrante peluda da família real é Moley, que chegou em maio de 2025. A cadela foi adotada da instituição Battersea e, crê a rainha Camilla, é arraçada de Jack Russell.

A sua adoção aconteceu no seguimento da morte de Beth, a cadela da rainha de 77 anos, e do Rei Carlos III, de 76, em novembro do ano passado. A adoção aconteceu em fevereiro, quando a cadela tinha cerca de oito semanas de idade, e o nome foi escolhido devido à sua aparência, que Camila afirmou “ser igual à de uma toupeira” (ou mole, em inglês). 

No Instagram, a família real partilhou com os seguidores uma imagem da rainha a segurar a “traquinas Moley”. Na mesma publicação, explicaram que a notícia pretendia dar conta da visita dos monarcas ao Jardim dos Cães do Chelsea Flower Show. Este é um festival histórico, que acontece anualmente desde 1913, e que apresenta exposições de plantas e flores, e produtos e serviços relacionados com jardinagem.

O espaço pet-friendly foi “desenhado com os cães em mente”, e conta com um caminho de tijolos com inscrições dos nomes dos patudos reais — Bluebell e Moley, as cadelas da rainha, Snuff, o Lagotto Romagnolo do Rei Carlos, e Beth.  

Beth deixou a sua marca

A cadela estava com Camila desde 2011, e foi também adotada na associação Battersea, na sequência de uma visita à associação da então Duquesa, que ficou comovida quando soube que a patuda tinha “vindo de uma família que não conseguia cuidar dela”. Um ano depois, regressou ao abrigo com a Jack Russell e acabou por adotar Bluebell, da mesma raça. 

“A Beth veio de uma família que já não podia cuidar dela e a pobre Bluebell foi encontrada abandonada na floresta, com três semanas de vida, cheia de feridas, com a cauda magoada e apenas com algumas manchas de pelo”, disse na altura. “Não consigo imaginar a minha vida, a minha casa ou os meus sofás sem elas”.

O filho da falecida Isabel II é um amante de cães, tal como a mãe. Quando era mais novo, Carlos III teve dois Jack Russell que foram a sua paixão. E um deles, chamado Pooh, partiu-lhe o coração, ao desaparecer em 1994 na floresta de Balmoral (residência de férias da família real). Acredita-se que tenha ficado preso na toca de um coelho.

Já Tigga, viveu muitos anos — até aos 18. O Jack Russell tornou-se uma celebridade canina na década de 1990 por posar frequentemente com os príncipes William e Harry, filhos de Carlos e da princesa Diana, nos postais oficiais de família no Natal.

De seguida, carregue na galeria para saber mais sobre Beth, Bluebell e os outros animais da família real.

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