Está aberta a campanha de vacinação contra a raiva em Lisboa. A iniciativa, assegurada pelo Governo através da DGAV — entidade responsável pela distribuição das vacinas — decorre em Lisboa graças à Casa dos Animais de Lisboa, que divulgou esta quinta-feira, 22 de maio, as datas e locais onde os tutores devem dirigir-se.
A ação acontece sempre das 10 horas ao meio dia, e começou a decorrer na passada terça-feira, 19 de maio, na própria Casa dos Animais, em Alcântara, onde os donos podem ir com os seus patudos para os vacinar. Estes momentos repetem-se no local todas as terças feiras até 22 de dezembro deste ano.
Na próxima quarta-feira, 27 de maio, a campanha vai até à Ajuda, onde se repete a 9 de setembro. Depois, a 28 de maio, acontece em Alvalade e a 29 em Benfica. Em junho arranca dia 3, no Areeiro, repetindo-se a 5 em Arroios, a 11 em Campo de Ourique, a 12 em Campolide, 17 em Carnide, 18 no Lumiar, 19 em Marvila, 24 nos Olivais, 25 na Penha de França e 26 em Santa Clara, junto às Amoreiras.
Todas as datas e localizações podem ser verificadas na publicação abaixo ou na página de Instagram oficial da Casa dos Animais de Lisboa.
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Uma campanha nacional
Cada vacina contra a raiva custa entre 1,5 a 2 euros dentro desta campanha. Para o público, o valor cobrado pode chegar aos 10 euros por animal, incluindo componentes administrativas e de registo; no caso dos microchips, o custo ronda os 3 euros. Como alternativa, os tutores podem recorrer a clínicas privadas, onde os custos podem triplicar.
Segundo o jornal, a DGAV e os médicos veterinários são os principais beneficiários diretos das taxas cobradas. Contudo, são os municípios que suportam grande parte das operações no terreno (desde instalações e transportes a consumíveis clínicos e de recursos humanos).
Este ano, como a PiT já lhe explicou, a campanha de vacinação contra a raiva tem sofrido atrasos. Segundo o Expresso, a escassez de vacinas pode resultar de falta de incentivos financeiros associados às campanhas de vacinação, já que, fora da campanha, os veterinários não recebem o incentivo ou percentagem por cada vacina aplicada. Outro fator possível seria a publicação de editais e as autorizações necessárias para o arranque das campanhas, que resultam em intervalos em que a vacinação não acontece. Na prática, isto significa que ficam animais por vacinar, que os donos não cumprem a legislação involuntariamente e uma desigualdade no acesso a um serviço essencial de saúde pública.
De seguida, percorra a galeria para conhecer mais sobre os procedimentos a ter com o registo dos animais de companhia.








